((((( ABORDAGEM IRRACIONAIS )))))

13/07/2012

     ATRIBUIÇÕES / ABUSOS / LEI / DEVERES / OBRIGAÇÕES / IMPRUDENCIA / SERVIDORES
                                                                         (( IGNORÂNCIA ))
Leia com atenção a materia a seguir veja a diferença das ações e reações de ((( SERVIDORES PUBLICOS agentes de segurança e da autoride POLICIAL e de TRANSITO e servidores do TRIBUNAL JUDICIAL e  autoridade JUDICIAL ??? ??????????????????????????????????????

CUIDADO ONDE A LEI AS ATRIBUIÇÕES PODEM VIRAR CRIME ? DESACATO ?CONSTRANGIMETO ? ABUSO DE AUTORIDADE ? DESINTELIGENCIA !!!!! BASTA TER ACESSO A INFORMAÇÃO SER CONHECEDOR DE SEUS DEVERES E OBRIGAÇÕES TECNICO OU PERITO NAS LEGISLAÇÕES DE TRANSITO / CODIGO CIVIL / CRIMINAL / PARA !!!!!!!! A arrogância e ignorância do servidor VIRAR CONTRA ou a favor dele LEIA E REFLITA vc DEVE se APERFEÇOAR ser um PROFISSIONAL INTEGRO ou mais um IGNORANTE ((( pau mandado)))
                                               ((((((((((( FAÇA SUA ESCOLHA ))))))))))))






Desembargadora e policiais discutem em blitz da lei seca

Folha de S.Paulo
De um lado, policiais militares com um bafômetro. De outro, uma desembargadora com as credenciais do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e a filha dela, uma advogada.
Todos se envolveram em um bate-boca que interrompeu uma blitz da lei seca em plena avenida Paulista, no fim da noite de ontem.
A confusão acabou em boletim de ocorrência no 78º DP (Jardins) por desacato e suspeita de embriaguez ao volante registrado por dois soldados e uma denúncia por suposto abuso de autoridade contra os PMs na Corregedoria da corporação.
A advogada Roberta Sanches de Castro, 39 anos, dirigia seu carro na volta de um show quando foi parada na blitz. A mãe dela, a desembargadora Iara Ramires da Silva de Castro, 63, estava no banco do passageiro.
À reportagem Roberta disse que, antes de averiguar se ela havia bebido, os PMs pediram para revistar o carro. Mãe e filha não permitiram, alegando não haver nenhuma suspeita ou mandado.
'É palhaçada'
Na sequência, os PMs pediram que Roberta soprasse o bafômetro, mas ela se negou. Segundo os policiais, a advogada estava visivelmente embriagada e agressiva.
Os soldados afirmaram que Roberta criticou a blitz, dizendo que a operação "era uma palhaçada". Eles relataram que a magistrada dizia ser "a maior desembargadora do país".
Após isso, o bate-boca se iniciou e, segundo um dos PMs, mãe e filha o agrediram com tapas no peito, além de mandar que ele e seus colegas se calassem.
A versão de mãe e filha diz que as agressões e gritos de "cala a boca" partiram de dois PMs. Roberta, que fez exame de sangue no IML, diz que não bebe.